DEFESA> Governo apresenta novo Livro Branco de Defesa Nacional

Fonte: Indústria de Defesa & Segurança//

Após reunião com o presidente Michel Temer, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, apresentou a atualização do Livro Branco de Defesa Nacional, que é revisado a cada quatro anos. O documento contém atualizações das políticas nacionais de defesa e estratégias de defesa que deverão ser executadas pelas Forças Armadas nos próximos anos.

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mc_michel-temer-reuniao-ministro-raul-jungmann_00209292016-850x480A primeira edição do “Livro Branco” foi divulgada em 2012. A atualização segue agora para a provação no Congresso Nacional. “É indissociável a relação da defesa com a diplomacia e com o comércio. Precisamos ao máximo pensar e agir juntos”, disse Jungmann na coletiva de imprensa. O Livro Branco contém dados estratégicos, orçamentários, institucionais e materiais sobre das três Forças e aborda temas como “cenário estratégico”, “política nacional de defesa”, “estratégia nacional de defesa”, “modernização das Forças Armadas” e “operações de paz e ajuda humanitária”.

Jungmann destacou, entre outros pontos, o trabalho da defesa no planejamento estratégico para proteger as riquezas minerais do país. “O programa do submarino nuclear é estratégico para proteger, por exemplo, o pré-sal. Precisamos dessa ferramenta de defesa.” “Além disso, para vocês terem uma ideia, houve 1,5 mil ataques cibernéticos durante a Olimpíada Rio 2016. Nenhum teve sucesso”, disse o ministro, ao citar outra área prioritária do setor.

A apresentação do documento à imprensa contou com a presença dos comandantes das Forças Armadas:  almirante Eduardo Bacellar (Marinha), general Eduardo Villas Bôas (Exército) e brigadeiro Nivaldo Rossato (Aeronáutica). Também estiveram presentes o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho, e o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen. Segundo Sobrinho, o Livro Branco “mostra os cenários nacional e mundial, o inventário das Forças Armadas e os projetos mais importantes” do setor, além de dar transparência sobre orçamentos e gastos dos militares.

Segundo Jungmann, a Política Nacional de Defesa de 2016 define oito objetivos, entre eles os de garantir a soberania, o patrimônio nacional e a integridade territorial; incrementar a capacidade de defesa; salvaguardar as pessoas, os bens, os recursos e os interesses nacionais; contribuir para a estabilidade regional e para a paz e a segurança internacionais; e promover a autonomia produtiva e tecnológica na área de defesa.

 

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