Em Washignton, SIMDE/ABIMDE pedem maior acesso ao mercado americano para produtos brasileiros de defesa

O segundo Diálogo das Indústrias de Defesa Brasil/Estados Unidos realizado na semana passada em Washington foi marcado por um esforço brasileiro para garantir maior acesso ao mercado americano. Além das autoridades do governo, o pedido foi defendido pelas principais entidades que representam o setor, o Simde (Sindicato das Indústrias de Materiais de Defesa) e a Abimde (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa).

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“Discutimos demais a necessidade de estabelecermos equivalências nas pretensões de lado a lado. Se por um lado o governo e empresas americanas desejam acesso ao mercado brasileiro, o contrário também é verdadeiro. Assim é importante que não apenas o mercado norte americano, mas também o mercado OTAN tenham barreiras de acesso diminuídas”, conta Luiz Monteiro, diretor do Simde.

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Um dos esforços das entidades é garantir que os Estados Unidos reconheçam as certificações brasileiras dos produtos de defesa. “Levamos o pleito do reconhecimento das homologações dos produtos brasileiros, no caso dos mesmos terem observados normas MILSTD. Ou seja, considerando que já reconhecem nossos laboratórios como o CAEx, devem também reconhecer a homologação de nossos produtos de defesa quando testados segundo a mesma norma (MILSTD)”, diz Monteiro.

O encontro foi a primeira aproximação entre o Brasil e a administração Trump para discutir assuntos de defesa. O primeiro encontro resultou na assinatura de um convênio para a troca de informações em pesquisa e desenvolvimento no setor. Em 2018, haverá um novo encontro entre os dois países para ampliar a cooperação bilateral em defesa. 

Fonte: Indústria de Defesa & Segurança

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