GREVE na Guiana continua e lançamento do satélite geoestacionário está sem previsão

Fonte: ID&S com inf. de MCTIC//

A greve na Guiana Francesa adiou mais uma vez o lançamento do Satélite Geoestacionário, que deveria ter acontecido na última terça-feira, 21. De acordo com a imprensa local, a greve  promovida por funcionários de uma empresa de energia elétrica e de um centro médico. Durante os protestos, foram feitas barricadas na entrada do centro espacial com carros, pneus e pedaços de madeira. Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC), não há previsão para o lançamento do satélite.  

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O SGDC é o primeiro satélite geoestacionário brasileiro de uso civil e militar. Adquirido pela Telebras, o equipamento tem uma banda Ka, que será utilizada para comunicações estratégicas do governo e para ampliar a oferta de banda larga no país, especialmente nas áreas remotas, e uma banda X, que corresponde a 30% da capacidade do satélite, de uso exclusivo das Forças Armadas. Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o satélite ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico. A capacidade de operação do SGDC é de 18 anos.

Além de assegurar a independência e a soberania das comunicações de defesa, o acordo de construção do satélite envolveu amplo processo de absorção e transferência de tecnologia, com o envio de 50 profissionais brasileiros para as instalações da Thales Alenia Space, empresa responsável pela construção do equipamento, em Cannes e Toulouse, na França. São especialistas da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entidades vinculadas ao MCTIC, além das empresas Visiona e Telebras.

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