MARINHA envia chamada pública para projeto de Corvetas Classe Tamandaré

Fonte: ID&S com inf. de MB//

A Marinha do Brasil encerrou a primeira fase da construção das Corvetas da Classe “Tamandaré”. O objetivo da Força Naval é produzir quatro navios militares com requisitos pautados no projeto básico. Segundo a MB, o Chamamento Público convidando para participar do futuro processo licitatório foi enviado a “empresas ou consórcios, nacionais ou estrangeiros, capacitados nos últimos dez anos em construção de navios militares de alta complexidade tecnológica, com deslocamento superior a 2.500 toneladas”. A próxima etapa do projeto prevê a elaboração e divulgaçãoda Solicitação de Proposta (Request for Proposal – RFP), no segundo semestre.

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De acordo com a Marinha, as empresas que apresentaram documentações em atenção ao Aviso de Chamamento Público foram: BAE Systems Ltd; Chalkins Shipyards S.A.; China Shipbuilding and Offshore Co Ltd; China Shipbuilding Trading CO Ltd;  Damen Schelde Naval Shipbuilding B.V.;  DCNS do Brasil Serviços Navais Ltda; Ficantieri S.p.A.; German Naval Yards Kiel GmbH; Goa Shipyard Ltd; Mazagon Dock Shipbuilders Ltd; Navantia SA; Poly Technologies Inc; Posco Daewoo do Brasil; Rosoboronexport Joint Stock Company; SAAB AB; Singapore Technologies Marine Ltd; State Research and Design Shipbuilding Centre; Turkish Associated International Shipyards; Thyssenkrupp Marine Systems GmbH; Wuhu Shipyard CO Ltd; e Zentech do Brasil Serviços Técnicos Ltda.

Ainda de acordo com a Marinha, o processo de obtenção das CCT obedecerá às seguintes diretrizes básicas estabelecidas pela MB:

  • prioridade no atendimento às necessidades estratégicas de defesa do País, por meio da obtenção de novos navios militares de superfície, a fim de contribuir para o cumprimento das tarefas constitucionais da Força Naval;
  • necessidade de contar com empresa capacitada em projetar e construir navios militares de alta complexidade, cuja contratação deverá estar associada a um estaleiro nacional e à prática compensatória voltada para a geração de benefícios de natureza industrial, tecnológica e comercial ao Brasil; e
  • reconhecimento da importância estratégica e econômica da participação no processo das empresas nacionais que compõe a base industrial de defesa.

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CORVETAS TAMANDARÉ
As corvetas classe Tamandaré são uma “evolução comedida” da corveta Barroso (incorporada à Marinha em agosto de 2008). A Tamandaré é mais estável que a Barroso em todos os parâmetros: curva de estabilidade estática (CEE); guinada brusca (alta velocidade); e critério de vento. A Tamandaré terá: canhão de proa de 76 mm, canhão auxiliar de 40 mm, lançadores de torpedo médio, metralhadoras para ameaças assimétricas, míssil nacional MAN-SUP e despistador de míssil.

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