MARINHA> Portugal homenageia Força Naval Brasileira

Fonte: Marinha//

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Da esq para a dir: Artur Victoria (Presidente da SOAMAR-Brasil em Portugal), Hortênsio Simaria, Prof. Dr. Joaquim Marques e CMG Ricardo

O Dia da Marinha do Brasil foi lembrado em Portugal. A data (11 de junho) marca a vitória do Brasil na Batalha Naval do Riachuelo no final da Guerra do Paraguai. Em Portugal, a comemoração contou com o Adido de Defesa e Naval em Portugal, Capitão de Mar e Guerra Ricardo Sales de Oliveira, e a Sociedade Amigos da Marinha Brasil (SOAMAR-Brasil) em Portugal realizaram, com o apoio do Cônsul Honorário da Namíbia no Porto, Hortênsio Simaria da Silva. Na ocasião, Hortênsio Simaria tomou posse como Delegado da SOAMAR-Brasil em Portugal, perante a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

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DIA DA MARINHA                      

Conhecida como Batalha Naval do Riachuelo, a luta foi crucial para o desfecho da Guerra do Paraguai – sem acesso ao mar, o Paraguai buscava controlar a Bacia do Prata, uma saída para o Oceano Atlântico. A Batalha do Riachuelo, cheia de atos de heroísmo, inspira até hoje a atuação dos 65 mil homens e mulheres que compõem a Marinha, tanto nos pontos mais extremos do País e nos mares brasileiros, quanto no exterior, lembra o comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira. “Isso tudo nos dá muito orgulho de sermos marinheiros e de sermos brasileiros”, afirma.

No Brasil, a Marinha garante a soberania nacional, defendendo o território e também garantindo a segurança da navegação – a maior bacia hidrográfica do planeta está no País, que tem 4,5 milhões de km² de área marítima e um litoral de 7,4 mil quilômetros de extensão.

“A Marinha do Brasil tem duas vertentes: uma de defesa do País, garantir a nossa soberania, os nossos interesses no mar, que ninguém vai nos atacar pelo mar, defender o território, nossas linhas de comunicação, exportação e importação”, explica o Almirante.

Além do trabalho de defesa, a força é muito presente na vida das populações ribeirinhas, que ficam em locais de difícil acesso. “E tem uma vertente de contribuir para o desenvolvimento, que é aquilo que nós fazemos na Amazônia, com nossos navios apoiando as populações ribeirinhas, navios-hospitais”, complementa.

As missões internacionais da Marinha no Haiti e no Líbano são operações de promoção e manutenção da paz, como ações humanitárias, ajudando as nações a estabelecer um estado de segurança e autoridade. Na Antártica, a força conta com uma base, a Estação Antártica Comandante Ferraz, e realiza o Programa Antártico Brasileiro (Proantar), que monitora, coordena e dá suporte a pesquisas e expedições científicas.

 

 

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