RIO2016> Após episódios de violência, número de militares na rua vai aumentar

Fonte: O Globo//

Após os casos de violência no Rio de Janeiro, os planos de segurança das Olimpíadas passam por uma revisão. O diretor de comunicação da Rio2016, Mário Andrada, confirmou que o efetivo militar nas ruas vai aumentar. O plano de segurança do Rio conta hoje com 88 mil agentes. De acordo com informações do Jornal O Globo, os militares das Forças Armadas vão receber reforços em pelo menos dois locais: toda a região do Complexo esportivo de Deodoro e na Estação do BRT Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, onde pela primeira vez o patrulhamento dentro do terminal ficou a cargo de militares, munidos de armamento letal e de baixa letalidade. Nas proximidades do Parque Radical de Deodoro, onde acontece as disputas de canoagem slalom, era quase um soldado do Exército a cada 20 metros nesta manhã.

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olympics-rio-bus_adrees_latif_reutersOs ônibus da imprensa também passarão a contar com escolta no trecho entre o pedágio e a Barra. “A escolta nem é propriamente, na avaliação do comando de segurança dos Jogos, tão eficiente neste caso, mas tem um fator importante de sensação de segurança para os passageiros, principalmente depois do ocorrido. Aumenta a sensação de segurança”, disse Mário Andrada.

A ampliação do efetivo militar em operação de rua é lastreado pela chamada Lei de Garantia e Ordem (GLO), assinada pelo presidente interino, Michel Temer. A decisão de aumentar o efetivo, que já estava em atuação na orla da Zona Sul e também em pontos estratégicos, como os principais acessos da cidade, em especial os aeroportos do Galeão e Santos Dumont, ocorreu depois de três episódios graves de violência na cidade, que ocorreram em sequência.

O primeiro foi o ataque, aparentemente com pedras, a um ônibus de jornalistas, na noite de terça-feira, que se deslocavam de Deodoro para o Parque Olímpico da Barra. O segundo foi o surgimento de uma bala de fuzil no Centro de Hipismo de Deodoro, e o mais grave foi o ataque de traficantes a um grupamento da Força Nacional de Segurança, que entrou por engano na Vila do João, no complexo de favelas da Maré, um dos locais mais perigosos do Rio. Neste episódio, o soldado Hélio Vieira Andrade ficou gravemente ferido.

 

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