SEA GRIPEN: Sem perspectiva de vendas, Saab desloca foco do Brasil para a Índia

Fonte: ID&S//

A Saab continuará desenvolvendo a variante marítima de seu avião de combate Gripen E, com atenção agora focada em uma venda para a Índia após a recente decisão do Brasil de aposentar o porta-aviões de São Paulo. A notícia foi divulgada no site americano Janes. Segundo o chefe da unidade de negócios da Gripen,  Jerker Ahlqvist, a empresa sueca responderá a um pedido de informações da Indonésia com o Sea Gripen (também chamado de Gripen M), que foi desenvolvido por engenheiros britânicos e brasileiros.

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“Há uma demanda da Índia e estamos respondendo com o Gripen. Nós vemos potencial para o Sea Gripen e esperamos que ele se torne um programa de desenvolvimento completo”, disse Ahlqvist. O Gripen M está em fase de conceituação e ainda não é um programa de desenvolvimento completo. “Estamos ainda na fase de estudos de conceito e estamos avaliando as necessidades do mercado. Nós já usamos engenheiros do Reino Unido com experiência Harrier no passado, e agora temos engenheiros brasileiros trabalhando no projeto”, acrescentou Ahlqvist.

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Revelado pela Saab em 2010, o conceito do Sea Gripen apresenta uma série de melhorias para o caça Gripen E/NG base para torná-lo adequado para operações a partir de porta-aviões. As mudanças incluem um trem de pouso reforçado, freios maiores e um gancho de cauda reforçada. O Gripen padrão já tem um grande número de atributos para operações em porta-aviões, como uma capacidade de pouso de alta precisão, controle de inclinação e de deslizamento, uma estrutura reforçada e proteção anti-corrosão aprimorada. “O Gripen é projetado para estradas estreitas, e por isso seria perfeito para porta-aviões”, disse Ahlqvist.

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SEA GRIPEN
Projetado para voar a partir de porta-aviões equipados com catapulta, o Gripen M é um caça monoposto com a dimensão ideal para operar a partir de qualquer porta-aviões nas missões globais atuais ou futuras. Ele tem as mesmas excelentes capacidades multimissão do Gripen E e 95% de suas partes são comuns ao Gripen E e ao Gripen F, compartilhando também dos seus baixos custos de suporte ao longo de seu ciclo de vida.

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